quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Sinema

"Ora!(direis) ouvir as estrelas!!" Olavo Bilac
Metafrases, de los sentidos un rio en el mar... Poesia, o paladar da metáfora a ser dilacerada... Câmara pássara, a arquitetura urbana será nossa pele à dança aerial do ter em mim... E cheirar os sons até que nossas línguas sangrem imargens como abelhas fartas das minas mecânicas de extração de sera dos olvidos... Every jam is to be eated with bred, feedback é vômito de eternoretornos... Pantela rascunhando olhos a serem queimados pela luz que não aquece... Ash to Thrash, dust to lust... Resumed to sensorial bodyless organs... Caros especta-dores, sabendo-nos senão sentidos como conectar-nos again num sinema, as linhas sentem saudades dos nós... O corpo espacial clama of fluxos intensivos, atravessamo-nos além da telagradeparede... Uma tela com uma tela com uma revolução é um lençol branco pendurado pelas cores da projeção... The Himalya falling over Scriabin's ears meanwhile Stockhausen tries to tear klang ünd faber apart... Hendrix toca fogo nas cordas enquanto Smeták sopra, é tempo de deixar o calor afinar as caixas-acústicas que são as salas de esculpir tempo onde os stalkemistas Lumiére nos levam... É inevitável a correlação músico-som/espaço-música...

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